domingo, 31 de agosto de 2014

Podemos invocar o Deus Absoluto?

Penso que podemos ou devemos evocar ou invocar o DEUS ABSOLUTO em preces. A diferença, é de quem invoca o Deus Absoluto, não o faz por barganha ou ameaça, mas por reconhecer a sua própria relatividade. Quanto aos que invocam o Jeová, Alá, Jesus, Crishna, ou outros, não vejo condenação. 
Que culpa tem o índio em invocar o Tupã? ou o Sol?  
Porventura o Tupã fará alguma coisa diferente do que a "justiça" das leis da natureza sobre essas criaturas?  

Invocando ou não o Tupã ou Jeová ou Alah, as coisas acontecem neste mundo segundo as leis cósmicas da entropia. 
Contra a entropia, está a ciência, pela qual as coisas se organizam a partir de uma mente inteligente. Nisto, a ciência se opõe ao deísmo fatalista e jeovânico.
Ora, as mentes mais inteligentes são as mentes do Lúcifer e da Lilith, que segundo a lenda não possuem corpos físicos, mas se utilizam destes para através deles alcançarem seus intentos.  

Eu atualmente estou invocando o DEUS ABSOLUTO para me livrar das garras inclementes do deus relativo e irado que se auto-denomina Jeová. A ira do Jeová se dá sobre os seus.  

Sim. O Deus Verdadeiro ou ABSOLUTO não tem nada a ver com esta dualidade, que inadvertidamente chamamos de realidade.  

A princípio, até onde vai meu olho e discernimento, esta humanidade é como um gado tangido pelo Lúcifer. Cada qual com sua religião e cultura.  O mal está na carne. Por ela que o "fermento" funciona. O fermento do fariseu mor. Por ela, a ordem do Jeová é cumprida: Crescei e multiplicai-vos.  

Podemos invocar o Deus Absoluto?

Penso que podemos ou devemos evocar ou invocar o DEUS ABSOLUTO em preces. A diferença, é de quem invoca o Deus Absoluto, não o faz por barganha ou ameaça, mas por reconhecer a sua própria relatividade. Quanto aos que invocam o Jeová, Alá, Jesus, Crishna, ou outros, não vejo condenação. 
Que culpa tem o índio em invocar o Tupã? ou o Sol?  
Porventura o Tupã fará alguma coisa diferente do que a "justiça" das leis da natureza sobre essas criaturas?  

Invocando ou não o Tupã ou Jeová ou Alah, as coisas acontecem neste mundo segundo as leis cósmicas da entropia. 
Contra a entropia, está a ciência, pela qual as coisas se organizam a partir de uma mente inteligente. Nisto, a ciência se opõe ao deísmo fatalista e jeovânico.
Ora, as mentes mais inteligentes são as mentes do Lúcifer e da Lilith, que segundo a lenda não possuem corpos físicos, mas se utilizam destes para através deles alcançarem seus intentos.  

Eu atualmente estou invocando o DEUS ABSOLUTO para me livrar das garras inclementes do deus relativo e irado que se auto-denomina Jeová. A ira do Jeová se dá sobre os seus.  

Sim. O Deus Verdadeiro ou ABSOLUTO não tem nada a ver com esta dualidade, que inadvertidamente chamamos de realidade.  

A princípio, até onde vai meu olho e discernimento, esta humanidade é como um gado tangido pelo Lúcifer. Cada qual com sua religião e cultura.  O mal está na carne. Por ela que o "fermento" funciona. O fermento do fariseu mor. Por ela, a ordem do Jeová é cumprida: Crescei e multiplicai-vos.  

Quem Somos Nós?

Quanto ao "quem somos nós", a coisa fica mais complicada. 
Quem somos nós... a velha pergunta.  

SE olharmos para "nós", não teremos dúvidas. O pai não é coisa boa.  

Segundo a "santa bíblia", a culpa vai para o "Adão" e para a "Eva". Tá explicado. A humanidade é ruim (pecaminosa), por causa da culpa do "Adão".  
O Lucifer bota a culpa no "Adão". O velho acusador, chamado por Moisés de Senhor, acusa:  "Adão!  O que fizeste?  

Desde o primeiro versículo não a bíblia, mas o Lúcifer, mente. Mente através da pena do tal Moisés, e do meio das trevas nas quais se esconde, assume o senhorio sobre o Moisés e este assume ser escravo do tal Jeová, ou Senhor, o deus do cristão.  

A partir daí, a coisa fica complicadíssima mesmo.  
Pois se abrem inúmeras possibilidades que dependem de ser provados verídicos alguns pressupostos, quais sejam, a verdadeira origem da mulher primordial ou da segunda mulher primordial.  

Mas esqueçamos por hora o surgimento do homo-sapiens da forma como o conhecemos hoje, bem como a existência de seres anteriores a ele, como os lendários e mitológicos " Lúcifer", Adão, Lilith, Eva, Gabriel, Nephinlins, Caim, Abel e outros nominados e descritos nas escrituras mosaicas.  

Traços destes estão espalhados em literaturas muito mais antigas.  
Somos como o cão pitbull que poderia olhar para o humano e pensar que ele é Deus. Mas ele é apenas fruto de uma manipulação genética, aí não importando se feito em laboratório diretamente com os DNA's ou através do cruzamento de raças diferentes. (mistura de sementes).  

Ôpa. Relativamente à mistura de sementes, acabamos de tocar em um ponto sensível. Um portal com um guardião. O guardião diz o seguinte. Não ultrapasse. Não fale nisso, não questione. Maldito seja quem passar por aqui.  

Mas eu entro. Não estou falando de sub-raças humanas que verdadeiramente não devem ser discriminadas. Estou falando da mistura de raças alienígenas e luciferianas, lilithianas, reptilianas e sei lá mais o que. 
Não posso descartar raças, dimensões e reinos alienígenas (extra terrestres).  
A entidade que se assume criadora do universo relativo mente desde o princípio. Ele não é deus de nada. Pode até dominar as mentes perversas, dominar a natureza e as leis da natureza através da ciência e do conhecimento. Pode inspirar, matar, exigir adoração. Pode travestir-se de anjo de luz e até mesmo ser um anjo de luz. Pode dizer que é todo poderoso, pode desejar que todo o joelho se dobre a ele, mas não é.  
Ele é prisioneiro do tempo, ainda que se julgue eterno. Ele fala grosso, é sanguinolento e justiceiro, mas não tem o domínio de todas as coisas.  
Do contrário, não necessitaria ameaçar a humanidade para obter obediência e adoração.  

Essas raças malignas já devem estar muito infiltradas na humanidade, e acerca de toda a ficção que pressupõe uma invasão alienígena, devo repetir que onde tem fumaça, tem fogo.  
Algo está acontecendo debaixo das nossas barbas. A credulidade ou incredulidade acerca dessas coisas não altera aquilo que está planejado (profetizado) e preparado desde os primórdios.  
De fato, acredito que não estão muito longe da verdade as teorias conspiratórias que tratam de temas como Illuminatti e alienígenas, é que tudo o que é falado, é o que eles querem que seja falado, desde que os segredos vitais da trama sejam ocultados pelas cortinas de fumaça que eles permitem aparecer. Esse "deus" todo poderoso precisa de muita tecnologia para dominar verdadeiramente a humanidade.  
A gritaria dos fundamentalistas faz sentido, quando percebem que a "coisa" está acontecendo.  

Faz parte da enganação a anunciação do bicho papão.  Da mesma forma, a anunciação do salvador da pátria. Pelas minhas contas, esse processo está bastante avançado.  
  
Penso que o espírito humano não seja natural deste universo. Não pertença ao Jeová, mas aí me falta discernimento tanto para entender como para avançar nesse quesito.  

Minha tendência é acreditar naquilo que me parece  e que outros também  entendem, que o ser humano é composto de corpo, alma e espírito, mas isso não é "ainda" objeto dos meus estudos e questionamentos.  
A diferença que temos do pitbull, é que enquanto humanos, temos capacidade de discernimento, embora estes dominadores prefiram que tenhamos fé(zes).  Por essa razão, estes que se fazem passar por Deus, exigem submissão incondicional, fé incondicional, amor incondicional, ainda que ao custo de se renegar o amor familiar por conta de promessas, indulgências e vantagens. Temos que deixar pai e mãe, mulher e filhos para servir a esse deus. A versão Mohâmica promete muito sexo e fetiche de relações sanguinolentas com virgens eternas. Me poupem a citação de versículos ou suras.

Universo Absoluto, Queda e Relatividade

Não visualizo a queda primordial como um confronto bélico, embora os resultados sejam uma espécie de explosão.  

Vou exemplificar em termos da matéria:  

Quando um átomo é particionado, temos uma tremenda liberação de energia.  

Hoje os cientistas tentam "criar" a antimatéria, que é em resumo, a tal partícula de 'Deus".  

Ora, eles sabem que aquilo que não é matéria, pertence ao absoluto, e a atribuem a Deus. Com razão, creio.  

Se uma porção absurdamente ínfima de antimatéria, obtida do choque de hádrons seria capaz de liberar tal energia capaz de destruir cidades inteiras, imaginemos um universo absoluto e intangível de antimatéria. Um universo imaterial, com seres imateriais, milhares, milhões, e que esses seres ou parte desse universo por alguma razão tivessem sido "particionados" provocando o "mega-bang" primordial.  
A primeira explosão que dá início ao universo relativo, com liberação de uma energia absurda que ao atravessar o espaço tempo criado vai "congelando" e gerando a massa que compõe todo o universo relativo.  

Imaginemos um experimento científico.  

Sabemos que qualquer objeto que tenha massa, é virtualmente formado por energia organizada através de átomos e em agrupamentos de átomos que compõe os elementos conhecidos.  

Coloquemos um objeto dentro de um imaginário recipiente hermético semelhante a uma seringa e com o êmbolo, vamos retirando a energia do recipiente ao infinito.  

Retirada toda a energia, o que restará da massa ali depositada? Nada.  

Da mesma forma, comprimamos este êmbolo ao infinito. Ao "final", haverá ali também o "nada", mas com "peso" igual ao peso original. Um exemplo prático e científico disso, seriam os chamados buracos "negros"  que são brutais concentradores de energia e massa.  

Tal fenômeno que é observável na natureza cósmica, tem levado cientistas a acreditar que tais buracos funcionem como portais para outras dimensões, ou que tal vórtex provoque o reinício do processo, conforme apontam algumas demonstrações gráficas, e que tal processo de concentração e distensão, congelamento e aquecimento possa ser um contínuo "infinito".  


Dito isto, não sou eu que estou levando o "mundo jaz no maligno" às últimas consequências.  
Ele é assim, fruto da queda. Ele não é maligno, o que seria colocar as culpas na matéria que é apenas a consequência.  

A absolutização do universo relativo, fatalmente ou felizmente acaba com ele naquilo que ele é relativo e dual. Para desespero do Jeová, o qual sabe disso melhor do que ninguém e não se põe a provar o contrário.  

Ainda, a propósito do texto em análise, volto a repetir. Essa luta do bem e do mal, luta bélica, guerra de reinos, se existe, é totalmente pertinente a este universo relativo. Ela pode até ser verificada às mais remotas formas de linguagem escrita ou falada. Pode ser remontada a civilizações ancestrais e primordiais muito anteriores ao "Adão" da versão mosaica, mas ainda assim, já são "verdades" ou mentiras, próprias ao mundo relativo.  
O "big-bang" não seria derrota das forças do mal, mas apenas o resultado da queda. Não entrei no mérito da queda..  

Quanto a isso, creio que a rebelião em si é o estopim da fissão primordial.  

A pergunta que me faço, é se algo no absoluto se degenerou, isto transformaria o remanescente em algo não absoluto. O próprio universo absoluto perdeu essa condição, ficou fragmentado. 

São as 99 ovelhas que não se perderam. Falta uma.  

Faz tempo que esse tipo de coisa me deixa encafifado.  
E não é por ser um ponto fraco em minha teoria, que vou deixar de pensar nisso. É um questionamento que permanece. 

A obra de reconciliação é vital e necessária para a recomposição do absoluto.  
Não é jogando a terça parte no inferno que as coisas se resolvem.  

Neste ponto o questionamento e a dúvida pertinente se mostra edificante. Podemos até não saber o que é, mas certamente sabemos o que não é.  

Sobre o pensamento Lominiano

Meu discurso é abjeto para religiosos de qualquer tipo e espécie, para ateus e principalmente para os dominadores deste mundo. Não tenho a pretensão de estar certo. Meu desejo é não estar errado, e nesse intuito, venho escrevendo faz quatro anos, e muitas coisas que considerava no passado, já não considero mais. O pensamento é como um trabalho de detetive, no qual a verdade vai aparecendo aos poucos, sempre descartando os aspectos enganosos e apegando-se à verdade. Dessa forma, meu pensamento evoluiu, e continua evoluindo, avançando para novas dúvidas e novos desafios. 

Foi um erro escrever?  

Não. Pois não venho em nome de nenhum deus pregar coisas para o mundo. 
Falo do que vejo.  
Querem me taxar de criador de uma nova religião, mas se o fizesse, seriam os primeiros a segui-la, tal seu apego a gurus e sacerdotes, pastores e "enviados de deus". 

Não tenho medo ou receio de reconhecer meus erros do passado. Não tenho compromisso com o engano. 
Meus discernimentos e entendimentos não são nenhuma revelação religiosa. São fruto de observação desapegada de paixão sectária.  

Pessoas desprovidas de capacidade de entendimento, sabedoria e discernimento, acostumadas a sorver as papinhas mastigadas pelos gurus da religião, esbravejam e ladram contra mim de forma agressiva e passional apelando para grotescas piadinhas, mas são incapazes de responder com seriedade aos questionamentos e afirmações que tenho proposto.  

Difícil encontrar alguém que embora discorde das posições por mim assumidas, se interesse em investigar as minhas razões e objeções à religiosidade dominante.  

Acredito em DEUS e acredito em diabos, daí o caráter místico do meu discurso.  

Acredito que a dualidade, (bem e o mal) são pertinentes ao universo relativo e verdadeiramente são as duas faces da mesma moeda. O deus dual é o deus deste mundo que se afirma criador do universo relativo. Para ele, luz e trevas são a mesma coisa. Ele "cria" a luz e as trevas, o bem e o mal.  
Esse ser acreditado como Deus pela humanidade, seja qual for o nome a ele atribuído, é na minha singela opinião, o velho Lúcifer das lendas.  O ser caído que com sua queda provoca um colapso na onda primordial dando origem ao universo relativo. O tal "big-bang", como é entendido pela ciência.  

Ora, esta postura não pode ser  considerada como científica, embora proponha uma causa ao chamado big-bang, a explosão primordial que dá massa ao universo relativo, mas é até onde meus ralos neurônios conseguem alcançar.  
Minha postura é mística, eis que pressupõe uma mente maligna a arquitetar em torno das leis da natureza, e não apenas uma mente maligna, mas pressupõe a existência de seres e entidades extra-terrenas a subjugar a humanidade através de toda a sorte de instrumentos, sejam religiosos, culturais, artísticos e econômicos.  

Quero dizer com isso que talvez o deus da bíblia nem seja tão espiritual como ele faz supor.  
Não me admiraria que se tratasse realmente de alguma raça ou reino alienígena a se travestir de fantasma, espírito, deus guerreiro, para assustar a humanidade e dominá-la. Ainda assim, haveria a mente "Luciferiana" por detrás disso.  

Mas não fecho questão.  Posso estar errado, e se estiver, logo vou descobrir, ainda que seja para piorar mais ainda o conceito que estou  tendo desses impostores da divindade.  

Ainda sou místico. Ainda acredito em DEUS.  

Nova Religião?

Não estou querendo fundar nenhuma nova religião, nem querendo interpretar bíblia como fonte de alguma verdade. Esse papo de religião, é tudo engano do diabo. 

Não interpreto a bíblia. Eu discirno algumas coisas, principalmente o fato de ela ser a palavra do Lúcifer, aquele que se faz passar por Deus por inúmeras razões que são em si mesmas verdades e mentiras, as verdades dando suporte às mentiras.  
Estas coisas eu tenho demostrado fartamente, mas as pessoas enfiam a cabeça na areia e preferem não ver. Tem verdadeiro pavor da verdade e da realidade. Isso é um fato. Qualquer coisa que contradiga a sua crença ou fé, é tida como uma afronta a Deus, pelo que invocam ao deus bíblico a sua santa (maldita) ira fim de exterminar aqueles que se lhe opõe, lançando, de si mesmos, maldições e imprecações. 

Não sou zombador de DEUS. DEUS é DEUS, o falso é o falso. Eu afirmo que o falso se fez passar por DEUS e é aceito como tal pelo religioso bibliânico. Aqueles que não o aceitam são mortos ou amaldiçoados. Esse falso deus é o deus que não aceita zombaria e que mata os que não o aceitam. Esse é o deus que exige adoração, exige santificação posto que é imundo, exige entronização posto que não tem trono e que pretende subjugar a terra e transformá-la em estrado dos seus pés, como reza a letra. 
Agora, se meu pai que era pastor Batista aceitou o falso deus e o falso salvador, o DEUS verdadeiro e absoluto não vai matá-lo e interná-lo no inferno por isso. Não! Esse tem misericórdia dos enganados e dos que não sabem o que fazem. Esse perdoa, não exige sangue. Esse não lava nem manda lavar os pés com o sangue dos ímpios nem bebe nem come sangue e carne humana, nem ao menos se agrada de sacrifícios sanguinolentos nem de justos nem de injustos. Da mesma forma, os crentes não tem dolo por terem se convertido ao Moloque, o deus que sacrifica o próprio filho.  
DEUS não vai matar os crentes por terem caído na conversa do falso deus.   
O bibliólatra não tem medo de estar errado, pois para ele, a crença e a fé não são coisas abstratas e ele não as julga abstratas porquanto acredita na palavra escrita,a qual considera algo concreto.   
Sua fé está em Jesus, o deus-homem,fortalecida através de uma permanente lavagem cerebral embasada pela recomendação saulina de ouvir e ouvir a "palavra de Deus" que estaria na bíblia, a  qual considera como referência da revelação divina. 
A base dessas certezas, é a crença de que esse deus, é o verdadeiro e que estaria gerando filhos para julgar o mundo. 
Ora, esse deus está gerando diabos ou satanazes que vão julgar e condenar o mundo. Não sejamos um deles, um diabo acusador e presunçoso. 
Mas não se desesperem. Mesmo se os crentes não aceitarem o DEUS ABSOLUTO, ele não vai matá-los e amaldiçoá-los. Ele conhece a estupidez congênita e não a leva em consideração.  

O Evangelho de Saulo

Estava lendo por aí, que o Paulo se gloria na cruz. Essa é a sua glória; o assassinato de um homem bom, segundo reza a lenda. 
O que não sabemos é se o assassinado é falso ou verdadeiro. 
O que parece ser verdade, é que de fato, o mataram 

O povo dogmatizado, foge da verdade. 

Por julgarem-se certos, não se arrependem jamais, ainda que se lhes demonstre cabalmente que estão no engano.  

Pois pela sua própria bíblia e por não alcançarem arrependimento, já estão condenados ao inferno. Afinal, não acreditaram que a salvação é para todos. 

O velho "cobrador de impostos" condena aqueles que julgam o próximo. A proposta do evangelho do diabo, ou seja, do velho cobrador de impostos é sempre a condenação da humanidade, eis que das leis desse Jesus, ninguém escapa. Se de alguma forma conseguem escapar da lei de Moisés, a lei de Jesus, ninguém escapa. Todos são condenados. O apóstolo Saulanás diz que "eles" ou ele, vai julgar os anjos.  
Quanta prepotência. Mais uma promessa que deixa os neo-farizeus com água, ou melhor, sangue na boca. Não, não são apenas as velhas corocas, crentes e rabugentas, sedentas de condenação, com suas bocas fofoqueiras pasmadas com o pecado alheio. 
Amparados pelo próprio saulanás, os crentes se cingem de autoridade para condenar o próximo. 
Mas que cambada!  
Ai de vós versicúlatras e bibliólatras. Não escapareis da ira do cordeiro irado.  
E não é apenas o saulanás neo-testamentário que almeja a vingança. No princípio, o velho e maligno sanguinário canta e dança entre uma matança e outra, dizendo: 
"“O justo se alegrará quando vir a vingança; LAVARÁ SEUS PÉS NO SANGUE DO ÍMPIO.” Sl. 58:10.  
“ Somente com teus olhos OLHARÁS, E VERÁS a recompensa dos ímpios.”  Sl. 91:8. "  

Isso é uma barbaridade que só encontra uma explicação: 
Esses caras são malignos.  

Mas quem são esses? São os que escrevem ou quem os inspirou a escrever? 

São todos.  
Quem inspira. Quem dita a escritura. Quem escreve e quem transcreve. 
Não importa se é a Torah, a Bíblia, o Alcorão ou o Novo Testamento.  
Tudo provém da mesma mente luciferiana.  
O propósito é enganar a humanidade e os povos, cada qual em suas próprias culturas, isso sem falar nos mitos e nas religiões pagãs, as quais a condenatória religião evangélica, não tem pudor em considerar como sendo de inspiração satânica.  
Não conseguem ver a trave no próprio olho, conforme lhes acusa a própria escritura.  
Esse é o jogo. Garantir pela letra, a acusação e condenação da humanidade. 
A culpa é a arma pela qual os dominadores deste mundo mantém as hordas de religiosos e fiéis presos ao cabresto dos sacerdotes e agrupados em currais sectários que eles chamam de "liberdade" e "salvação". 
Se não é pela ameaça, é pela promessa de prosperidade e bênção, posto que o pai deles é o dono do ouro e da prata. Quanto a isso, não tenhamos dúvidas.  

Paulo e o velho acusador.

De quem é o papel de acusador? 
Pois qualquer iniciado nas sagradas letras, sabe que se trata de um tal de satanás, ou diabo. 
Pois então, quem seria aquele que acusa os crentes de toda a sorte de pecado, e não somente a estes, mas lança acusação sobre toda a humanidade? 
Quem seria o mais velho fariseu, doido para cumprir a lei? 
Quem seria o fariseu de fariseus? O chefe? 
Quem é o principal dos pecadores? O chefe dos pecadores? 
A quem interessaria o tal Cristo crucificado? 

Resposta bíblica: É o Saulo, ou Saul, que muda de nome e passa a se chamar de Paulo, na maior cara de pau, numa explícita artimanha de falsidade ideológica e prática de ocultismo.  A resposta bíblica oculta o verdadeiro personagem, que poderíamos discernir como o próprio diabo, satanás ou Lúcifer, devidamente encarnado, possuindo algum corpo ou casa que estivesse disponível. É o espírito que passa o tempo todo acusando (convencendo) de pecado, o qual jamais perdoa, mata. 

Sim, meus caros, este “ser espiritual” como ele se jacta de ser, é um camaleão da mais alta capacidade de metamorfose, engano e disfarce. Ele se vangloria dessa capacidade, dizendo que se finge de judeu para os judeus, gentio para os gentios, grego para os gregos, a fim de ganhar as suas almas para o tal Cristo e nisto ele não mente. 
Seu objetivo sempre foi o de ganhar almas e aprisionar crentes através de cartas a mando do seu eterno sumo-sacerdote. 
Bem que ele avisou, que não era para acreditar em anjo de luz e caras iluminados, mas o povo crédulo acreditou. Caiu no conto daquele que amaldiçoa quem não segue o seu evangelho e com isso, vai acumulando condenação sobre si. 

Quem seria então o deus da religião bibliânica? Da religião Saulina? Da religião cristã? 

Pois a resposta é de uma lógica petrificante: É o lobo com pele de cordeiro, o velhíssimo Lúcifer, aquele que cai em terra humilhado. O velho caído. Qualquer semelhança com o Saulo,  não é apenas  uma casualidade desgraçada. 

Cordeiro Irado

CORDEIRO IRADO 
A ira do cordeiro, descrita por João, é atribuída pelos crentes a um desígnio divino, segundo reza a escritura, mas o fato lastimável, é que se trata de um artifício que não objetiva a nenhum bem ou salvação, mas à destruição irremediável de todos os pecadores que não se dobraram ao bondoso deus. 
Mas quem seria esse cordeiro irado, furioso, raivoso e vingativo? 
Para essa resposta, há que se considerar um fato revelador desse enigma, que é o fato de que não existe cordeiro irado. As pessoas acreditam nessa figura porque querem acreditar apenas, e aí está a resposta desse enigma oculto. 
“Com o sopro e sua boca os matará.” 
Não existe cordeiro irado. O que existe é o dragão. O velho dragão cuja boca cospe fogo e mata. 
Esta é uma lógica que o velho acusador vai incluir nos autos: Vocês são uns otários. Acreditaram que existe papai noel, coelho da páscoa, cordeiro irado, coisa boa de Nazaré. Mas quem seria esse acusador?

domingo, 23 de março de 2014

Bíblia e Ocultismo

Assim, na boa. 

Acho que TODOS fomos enganados. 
Espíritas, Judeus, Cristãos, Gnósticos, Agnósticos, Ateus e Cia Ltda. 

O linguajar ocultista da bíblia, lança densas trevas acerca da questão em tópico, por isso, a confusão dos diabos que se abate sobre todos, e isso me inclui. 

Se os amados considerarem por um momento, ainda que seja somente para o exercício do pensamento que a bíblia foi inspirada pelo próprio  Lúcifer, a fim de confundir pela linguagem ocultista e cifrada, entenderão de onde procedem todas as interpretações e traduções da letra morta e mortífera. 

Não poderia ser diferente. Se é verdade que pelo fruto se conhece a árvore, já não deveria haver dúvida nenhuma acerca da origem das escrituras. 

Moisés, Saulo, Davi, Jesus, Mateus, Marcos, Lucas, João, mentem descaradamente acerca das origens, acerca de questões vitais que poderiam tirar o homem da ignorância acerca de si mesmo e do surgimento do universo relativo. 

Mentem ao entronizar como Deus o suposto autor ou culpado pela relatividade, que inclui a morte, o tempo, o espaço e a matéria. Este é o ponto crucial e base de todo o engano que foi semeado "desde o princípio" por aquele que mente "desde o princípio". 

Então não adianta os bibliões se baterem em cima de rezas versiculárias, cada um tentando provar em escritura aquilo que lhes foi ensinado por catecistas sectários e tendenciosos. 

Escritura não é prova de nada. 

Fatos podem provar alguma hipótese. O método científico é bom para provar coisas neste universo relativo. O falso deus usa das leis da relatividade para se fazer acreditar e atribuir para si o julgamento e condenação da humanidade. 

A morte é uma delas. 
A lei de deus é a morte. Tudo o que esse deus afirma ter criado morre. Tudo perece. Tudo se acaba. É a lei da entropia. 

Quanto aos "mortos", "vivos", "mortos na carne", "vivos no espírito", "que dormem", "que descansam", como o Jeová, que por estas e outras necessita de herdeiro, é tudo uma linguagem maligna e ocultista que oculta os personagens malignos e primordiais que subjugam a humanidade. Não há linguagem oculta benigna.

Estes dias eu brinquei com uma moça da "limpeza": No céu não vai ter pó. 
Ela respondeu: nem gente.    rssrsrs 

Ora, isto é profundo, pois nos leva automaticamente ao raciocínio que o raio do inferno é aqui mesmo. 

É aqui mesmo que não temos a visão ou percepção de DEUS. 
É aqui que o pó e gente parecem ser a mesma coisa: o alimento da serpente, e aqui não me refiro ao diabo ou diaba do Édem, mas a seres reptilianos, antropófagos, vampiros que já estão infiltrados no nosso meio que não tem nada de seres espirituais. Precisam de sangue para ser "vivificados" como afirma o vampiro Saulo de Tarso. 

Parábola é enigma. Jamais o que está escrito na linha reta. 
Parábola é pegadinha, ocultismo. 
Parábola é charada. 

Tá dizendo uma coisa e falando outra. 

Linguagem alegórica e ocultista visando ocultar a verdade dos fundamentalistas. 

O fundamentalista coloca a lupa na letra e JAMAIS descobre o sentido da parábola. Quando mais se detém na semântica, mais longe fica daquilo que o ocultista queria ocultar. 

Outra característica na linguagem alegórica e ocultista, são as camadas. Você levanta uma camada, ou seja, revela uma parte da parábola, como Jesus fez em alguma ocasião, mas por baixo dela existe outra e outra camada. 

É assim na maçonaria, onde debaixo de um segredo revelado, sempre existe outro. Da mesma forma na literatura. 
A literatura está cheia desse tipo de linguagem. Os filmes hollywoodianos repletos de textos e imagens alegóricas.