domingo, 23 de março de 2014

Bíblia e Ocultismo

Assim, na boa. 

Acho que TODOS fomos enganados. 
Espíritas, Judeus, Cristãos, Gnósticos, Agnósticos, Ateus e Cia Ltda. 

O linguajar ocultista da bíblia, lança densas trevas acerca da questão em tópico, por isso, a confusão dos diabos que se abate sobre todos, e isso me inclui. 

Se os amados considerarem por um momento, ainda que seja somente para o exercício do pensamento que a bíblia foi inspirada pelo próprio  Lúcifer, a fim de confundir pela linguagem ocultista e cifrada, entenderão de onde procedem todas as interpretações e traduções da letra morta e mortífera. 

Não poderia ser diferente. Se é verdade que pelo fruto se conhece a árvore, já não deveria haver dúvida nenhuma acerca da origem das escrituras. 

Moisés, Saulo, Davi, Jesus, Mateus, Marcos, Lucas, João, mentem descaradamente acerca das origens, acerca de questões vitais que poderiam tirar o homem da ignorância acerca de si mesmo e do surgimento do universo relativo. 

Mentem ao entronizar como Deus o suposto autor ou culpado pela relatividade, que inclui a morte, o tempo, o espaço e a matéria. Este é o ponto crucial e base de todo o engano que foi semeado "desde o princípio" por aquele que mente "desde o princípio". 

Então não adianta os bibliões se baterem em cima de rezas versiculárias, cada um tentando provar em escritura aquilo que lhes foi ensinado por catecistas sectários e tendenciosos. 

Escritura não é prova de nada. 

Fatos podem provar alguma hipótese. O método científico é bom para provar coisas neste universo relativo. O falso deus usa das leis da relatividade para se fazer acreditar e atribuir para si o julgamento e condenação da humanidade. 

A morte é uma delas. 
A lei de deus é a morte. Tudo o que esse deus afirma ter criado morre. Tudo perece. Tudo se acaba. É a lei da entropia. 

Quanto aos "mortos", "vivos", "mortos na carne", "vivos no espírito", "que dormem", "que descansam", como o Jeová, que por estas e outras necessita de herdeiro, é tudo uma linguagem maligna e ocultista que oculta os personagens malignos e primordiais que subjugam a humanidade. Não há linguagem oculta benigna.

Estes dias eu brinquei com uma moça da "limpeza": No céu não vai ter pó. 
Ela respondeu: nem gente.    rssrsrs 

Ora, isto é profundo, pois nos leva automaticamente ao raciocínio que o raio do inferno é aqui mesmo. 

É aqui mesmo que não temos a visão ou percepção de DEUS. 
É aqui que o pó e gente parecem ser a mesma coisa: o alimento da serpente, e aqui não me refiro ao diabo ou diaba do Édem, mas a seres reptilianos, antropófagos, vampiros que já estão infiltrados no nosso meio que não tem nada de seres espirituais. Precisam de sangue para ser "vivificados" como afirma o vampiro Saulo de Tarso. 

Parábola é enigma. Jamais o que está escrito na linha reta. 
Parábola é pegadinha, ocultismo. 
Parábola é charada. 

Tá dizendo uma coisa e falando outra. 

Linguagem alegórica e ocultista visando ocultar a verdade dos fundamentalistas. 

O fundamentalista coloca a lupa na letra e JAMAIS descobre o sentido da parábola. Quando mais se detém na semântica, mais longe fica daquilo que o ocultista queria ocultar. 

Outra característica na linguagem alegórica e ocultista, são as camadas. Você levanta uma camada, ou seja, revela uma parte da parábola, como Jesus fez em alguma ocasião, mas por baixo dela existe outra e outra camada. 

É assim na maçonaria, onde debaixo de um segredo revelado, sempre existe outro. Da mesma forma na literatura. 
A literatura está cheia desse tipo de linguagem. Os filmes hollywoodianos repletos de textos e imagens alegóricas.